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Nossas ruas e alguns
estabelecimentos comerciais em diversas épocas

foto cedida pela Família Souza Palma
ex-moradores da Santa Lina (yasmin_palma01@hotmail.com)
Uma foto provavelmente do final dos anos 60, pois o Corcelzinho da Ford foi lançado em 1968. As velhas kombis , sobrevivente até hoje estacionadas na avendia Rui Barbosa eram os utilitários do momento. Utilitários mesmo eram os carroceiros, como o sr. Manoel Melendez, conhecido na cidade como Manoel Carroceiro, que ficavam estacionados em frente às Casa Valejo, transportavam as compras , areia, tijolos e tudo mais que o Valejo vendia. Quando pequeno fazia uma confusão tremenda sobre Valejo e varejo. As duas tratavam de vendas e ainda hoje, a Família Valejo se especializou nas vendas a varejo.

A famosa Casa Haibara finalmente apareceu !
Este comércio ficava alí ao lado de onde hoje é o Dindão, antigo bar do
Beijamim Lourenção. Veja um caminhãozinho na contramão e um cidadão sentado
sobre ele. Olhe um pouquinho para cima e verá uma penumbra da igreja lá trás
. Pela posição da sombra do automóvel poderia dizer que era algo perto do
meio-dia e considerando pelos autos esta foto deve ser dos anos 40.

Ruas de chão batido, árvores ao centro e os charmosos postes de luz. Duas
crianças uniformizadas voltando da escola. Aí está a Praça Carlos Campos,
com suas árvores ainda bebês.

O mesmo local , agora com um ângulo um pouco maior e lá no centro da praça o coreto, onde bandas com seus dobrados alegravam as noites de Quatá.
Que falta isto faz !

Este pessoal na frente do armazém, onde é hoje o Supermercados Valejo, faziam suas compras ao mesmo tempo posavam para esta foto. O estranho e interessante desta foto é que este "Fordão" à direita está no sentido contrário do sentido convencional das leis de trânsito e lá no fundo
um outro carro parece estar de costas para quem vê.
Será que Quatá nos tempos idos usava a "Mão Inglesa" ? It is really fantastic !!

Aqui podemos ver a implantação da rede de esgotos em Quatá mesmo antes de ser asfaltada. Infelizmente não podemos precisar a data. Na foto abaixo os trabalhos sendo executado perto da casa de Oscar Soares, perto da prefeitura.

A foto acima e à direita foi tirada das escadas do Hotel Patrão.

À esquerda o posto Esso e algumas das construções que existem em Quatá até hoje.

Na Rua Marcondes Salgado, em frente a beneficiadora do Sugmoto a movimentação era sempre grande na época em que o café era a grande sensação.
Ali o café era beneficiado e depois vendido. A era do café !

Eta areião gostoso !
Quem foi criança nesta época sabe que em frente a cada casa tinha o ambiente propício para uma criança brincar. Este local se chamava rua. Se divertia com os carrinhos de pau, fazendo estradinhas e castelo na areia, jogando bola, ficando todo sujo. A modernidade tem levado as crianças para dentro de casa e para frente da televisão. Hoje as crianças são bonitinhas, limpinhas e esterelizadas e sem imunidade alguma, e vai remédio !

Foto cedida por Iracema Araújo
O Edifício Getúlio Vargas já foi sede de muita coisa, como o PSD
- Partido Social Democrático. Quatá Futebol Clube, clube de carnaval, Biblioteca, escolas, etc.
também já fizeram de local sua sede. Nos anos 70 existia ali também o
"Serviço de Altofalante de Quatá". Muitos diziam que era a única
poluição sonora de Quatá. Hoje sentimos falta do alto-falante anunciando
: " Em Quatá , 18 horas, Ave Maria..." e o sol começava
a se por. Nos dois toldos o Bar do Cinema, por muito tempo sob o comando do Scale.
Quem viveu nesta época das Jardineiras em Quatá deve estar morrendo de saudade deste tempo. Chapéu na cabeça, mão na cintura, ruas não asfaltadas e as Jardineiras sendo lotadas para sua viagem para os bairros rurais de Quatá como Polainas, Boa Vista , Campinho e até na Varpa já do lado de Tupã. Nesta foto podemos ver as Jardineiras paradas em frente a antiga Casa Luzitana de Manoel Gil de Oliveira, pai de José, Anibal e Alberto Gil de Oliveira e também de Davi Gil, este último trabalhava neste comércio, e do lado direito o Bar do Ponto de Estevam Conde, e se posso arriscar um dia da semana, deveria ser um Sábado nublado , 4 horas da tarde, horário que os quataenses deixavam a cidade para voltar para seus bairros.
O Edifício Getúlio Vargas está para Quatá como o Edifício Itália está para São Paulo. Fico feliz de Quatá não ter se verticalizado. Parece piada mas algumas cidades de porte parecido tem feito prédios estragando assim com o romantismo e a essência que a cidade do interior pode oferecer: Simplicidade.
Aqui uma faixa comemorativa pela visita do dr. Gabriel Monteiro da Silva em nossa cidade, o que mais tarde daria o nome ao nosso Colégio,
que por sua vez chama-se hoje Colégio Chiquinho.

Em frente ao Hotel Patrão trabalhadores posam em seus caminhões que ajudavam a escoar a safra para a estação de Quatá.



Foto cedida por Aracy Conde - Foto dos anos
50
Bar do Ponto de Estevam Conde - Hoje bar do Murakami -
Uma dica:
quando você conhecer uma pessoa de uma cidade do
interior e você mentirosamente falar " ah, eu
conheço sua cidade, já fui em um barzinho que tinha lá
na av. Rui Barbosa", pode ficar certo que o ouvinte
vai engolir ! Toda cidade do interior tem um avenida Rui Barbosa. Agradecimentos a Aracy Conde, Iracema Araujo e Dr. Marco
Nicáccio- Acqua , que sem estas fotos não poderíamos contar nossa
história.
Mais uma foto dos anos 40-50. A foto foi tirada
do local onde hoje é a Loja Para Todos de Calçados, no sentido para igreja
matriz. Veja a penumbra dela à esquerda. Todos de chapéus e os cavalos e os
carroceiros que eram muitas vezes de sitiantes que iam fazer compras na cidade.

Vista da
nossa avenida principal, a Rui Barbosa, em frente da
farmácia do sr. Manoel Soreto, o Manoel Margarido.
Muitas cidades do interior deram o nome do grande Rui
Barbosa às suas principais ruas, e Quatá não poderia
ser diferente.

Em frente à Igreja Matriz , olhando em direção o que hoje é o Valejo. Rua de terra, a antiga Rui Barbosa. Na esquina um Fordinho e a rua completamente vazia.