
Histórico da Família Cruz
Tudo começou quando meu bisavô Antônio da Cruz trabalhava na construção da Estrada de Ferro. Com seu falecimento meu avô José da Cruz continuou a trabalhar na construção da estrada. Depois passou a plantar algodão em algumas fazendas da região e chegou a ter algumas plantações. Casou-se com minha avó Durcília Alves da Silva. Foi também proprietário de 3 açougues na cidade e entre os anos de 1951 a 1954 foi proprietário do bar Central ao lado de onde é o cinema. Tiveram 10 filhos em Quatá e em 1955 vieram para São Paulo tendo os dois últimos filhos: Egberto e Paulo Tadeu.
Meus avós José da Cruz (Vô Zeca) e Durcília Alves (Vó Dulce) hoje já não estão entre nós assim como os queridos e inesquecíveis Gibas (Tio Nenê), Elvira (Tia Zita) e Antônio Carlos (Tio Carlos) que nos deixaram tão precocemente.
Filhos
Foto de 1959

1-GILDA , 2-ELVIRA, 3-SHIRLEY , 4- MARIA ESTELA , 5-ANTONIO CARLOS , 6-JOSE DA CRUZ FILHO , 7-JARBAS , 8-GILBERTO , 9-EGBERTO , 10-JOSÉ DA CRUZ , 11- PAULO TADEU , 12-MARIA JOSÉ , 13-GIBAS , 14-DURCILIA.
Foto de 1996

FAMÍLA JOSÉ DA CRUZ
1-SHIRLEY , 2-GILBERTO , 3-MARIA ESTELA , 4-DURCÍLIA (IN MEMORIAN) , 5- GIBAS (IN MEMORIAM) , 6-MARIA JOSÉ , 7-EGIBERTO , 8-GILDA , 9-JOSE DA CRUZ FILHO , 10-JARBAS , 11-PAULO , FALECIDOS - ELVIRA, ANTONIO, CARLOS JOSÉ DA CRUZ.
Acho muito importante esse resgate de nossas origens para podermos saber como, onde e porque a família foi formada. Espero ter podido colaborar e mostrar ao povo de Quatá e os demais interessados no assunto como se formou a Família Cruz e como estão seus descendentes hoje em dia.
MENSAGEM
" Os universos se sobrepõem. Em primeiro lugar, a harmonia existe no universo familiar onde a simpatia recíproca depende da felicidade da cada um. Depois, a harmonia do universo das amizades e dos conhecidos depende da felicidade de cada um. Depois, ainda, a harmonia do universo da comunidade depende da felicidade de cada um. Aí, você descobre a importância de ser feliz para fortificar os laços de simpatia e de fraternidade humana.
Cada geração deve dar uma nova interpretação do verbo amar, do mesmo modo que uma mãe renova, sempre com mais audácia, o amor a cada filho que está por vir. É necessário, sobretudo, reinventar para nossa vida e nosso tempo o sentimento mais belo do verbo "amar", que pode significar partilha, caridade que provém de Deus, para que ele não seja ofendido e o homem não desespere do amor que lhe é a salvação.
Gláucia F. da Cruz ( glafac@ig.com.br )