
Poesia de:
Thiago Correia
Receita Quatá
1 Um que delícia
2 Doce como mel
5 Sinceramente magnífico
9 Novamente boa
10 Dispensando elogios
25 Viemos só comer
30 Tristemente acabou
40 Quase que não sobrou
100 Sem desespero
200 Dúvidas todos têm
400 Quantos só o tempo dirá
600 Sei que minha parte vai sobrar
Carta para Quatá
Vinha eu chegando
Só chegar logo me encantei
Quando entrei logo chorei, vendo
Tanta belezura, um dia eu me fui
Mas sempre vou voltar e lá
Vou desfrutar das belezuras
Que de fato eu vi em um retrato
E logo estendi os meus
Olhos de poeta. Sinceramente
Aos meus olhos de poeta
Só restou a belezura de tal
Formozura. Só posso é lhe falar
Que lá nunca vou deixar de
Estar, vou até me abuzr que
Nem o brilho e nem o ar
Encantes como sentinelas o Quatá
Como Começou o nosso amor
Começou como uma raiz
Se brotou como no chão
Se ergueu e deu frutos
Alimentou ilusão
De repente se secou
Aos dias se amargou
Nas esquinas se encontrou
As esperanças recomeçou
A persistência reinou
Deu frutos e voou
Tudo recomeçou com
Um amor quatiguá que
Só começou
Quando chega de comer
Me satisfaço com os pensamentos
Pois pensar em quatiguá me
Satisfaz a todo momento
Canto do Galo
Belo como uma flor
Encanto como um Beija-flor
Surpreende como gondoleiro do amor
Puro de vapor
Que ferve no toque do vento
De um sofredor
És ardente e sprodutno com o Trabalhador
És cheio de suor