Nasceu em 28 de Junho de 1900 em Portugal
Faleceu em 06 de Dezembro de 1960 em São Paulo, vítima de atropelamento.

Aqui continua um novo ramo da família Conde, a de Estevam Conde . Conforme relato de Agostinho Conde, seu irmão mais novo, quando chegaram em Julho de 1919 no Brasil se dirigiu para a cidade de Ourinhos, interior do Estado de São Paulo onde era a residência de meu irmão Antônio Conde que já estava no Brasil e se instalou na Fazenda FURNAS de propriedade do Coronel Jacinto Ferreira de Sá, juntamente com seus pais e também as irmãs Antônia e Maria.

Não demorou muito e também não quis ficar no sítio e foi trabalhar no corte das madeiras (Serrador)  e na construção de casas na Fazenda Santa Lúcia localizada nas proximidades da cidade de Xavantes, ficando lá até seu casamento em 1923 onde encontrou aquela que o acompanharia para o resto de sua vida, Benta Fernandes , também de Portugal.

 

 

Na foto ao lado Estevam , Benta e sua primeira filha Dhália, no jardim da Luz , São Paulo, que naquele tempo, entre os anos de 1935 e 1950 , era muito bonito.

Estevam e Benta tiveram quatro filhos: Dhália, Agostinho (sempre chamado de Tinho), Alceu (faleceu ainda bebe) e Aracy (Tita, seu apelido por toda vida), que mais para frente contaremos a história de cada um, contudo, antes, gostaria de falar um pouco de Estevam Conde.

Apenas para se localizar, o primeiro bar de Estevam Conde foi instalado onde hoje na cidade de Quatá - SP é o Banco Banespa, e antes de ser o Banespa era o edifíco do Bar Cruzeiro do senhor Braulino . Isto deve ter sido por volta de 1930.

Na foto ao lado Estevam com sua esposa, Benta e os três filhos: Tinho , Dhália e Aracy (Tita), e ao pé da cadeira o pastor alemão Rex.

No relato de Agostinho Conde ele comenta não entender porque Estevam muitas vezes o tratava de forma mais dura se ele tinha verdadeira adoração pelo irmão. Estevam de sua forma gostava muito do Agostinho, tanto é que fez a maior das homenagens dando ao seu filho o nome do tio, que aqui vamos doravante chamá-lo só de Tinho, como sempre foi seu apelido, para diferenciar do Tio. Seu irmão, Agostinho Conde, poeta, escritor, pintor e como é normal de todo artista, era muito mais sensível na demonstração da emoção, enquanto Estevam fazia a linha mais dura, aquele portuguesão firme, severo contudo sem deixar de ser justo e por dentro um coração derretido, como foi também seu pai.


Em 1942 Estevam abriu o novo bar, o Bar do Ponto.


Do lado esquerdo podemos ver, com a mão na cintura o Zezinho Gil de Oliveira,   Benta, Estevam e já mocinha a Dhália. As meninas são a Aracy -Tita e Nancy Conde ( filha do Agostinho). O quase todo o pessoal que está posando era das Polainas, bairro português de Quatá. No ano de 1960 Estevam, já com 60 anos, fechou o Bar do Ponto e estava decidido mudar-se para São Paulo.

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A menina de saia e gravatinha é a Dhalia Conde, do seu lado esquerdo o Mário Gaspar e depois o Tinho Conde com a irmã Aracy

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Já aqui do lado direito o Armando Pellini, Benta Fernandes e Armênio Conde com a Nancy ao colo.

 

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Os irmãos Agostinho Conde (Tinho), Aracy Conde (Tita) e Dhália Conde.

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